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domingo, 4 de novembro de 2012

Simbolismo dos números

Neste post a idéia é abordar de forma breve e objetiva sob algumas óticas a representação de alguns números. Sem entrar em detalhes sobre suas aplicações esotéricas, sera abordado o significado dos números 1 ao 9.

Número 0


Pode-se entender como o zero antecedeu ao um: ambos são um só e mesmo Deus, porém o primeiro (0), está em seu aspecto imanifestado, enquanto que o segundo (1) apresenta-se em plena manifestação em virtude da vontade divina. É um raio de luz cósmica emanado do zero para, com ele, formarem todos os outros números.

Número 1


No sentido bíblico este número referencia o uno que é Deus (Dt 6,4 e Zc 14,9).
É o príncipio, animação e força da vida, vontade e criação.
Numa visão esotérica representa a unidade, o princípio masculino.


Número 2


Bíblicamente é o par perfeito, como exemplo Noé levou para arca sempre pares (Gn 7,2).
Representando a associação, dualidade, receptividade. É o antagônico como o bem e o mal, o mortal e o imortal, dia e noite, preto e branco.

Representação da dualidade

Número 3


No sentido bíblico é a trindade, usando para reforçar ou dar ênfase a uma expressão, exemplo "Deus é Santo, Santo, Santo" (Is 6,3 e Ap 4,8). Deus abençoa três vezes (Nm 6,24-26). Os mensageiros que anunciam o nascimento de Isaac são três. 
Representa a auto-expressão, manifestação da entidade criadora, sendo o primeiro número criado a partir da soma dos outros dois, princípio masculino (1) e princípio feminino (2).
Ainda na representação mística representa a existência (vita), o verbo (verbum) e a sabedoria ou luz (lux).
Outra representação é o equilibrio, tendo como base a geometria do triangulo. Podemos notar muitas aplicações em símbolos e rituais, tais como: delta sagrado, graus simbólicos, colunas de sabedoria, força e beleza, as jóias móveis (livro da lei, esquadro e compasso). Também sob o lema liberdade, igualdade e fraternidade entre outros.

Representação da essência (Árvore da vida)

Número 4


No sentido bíblico é o número da totalidade, sendo os quatro cantos da terra, quatro evangelhos, quatro elementos do universo (terra, fogo, água, ar), sinal de plenitude.
Representando também a estrutura, construção, realização prática.

Os quatro elementos

Número 5


Bíblicamente podemos citar o primeiro conjunto de 5 livro, o Pentateuco (a lei).
Representando também a mobilidade, mudança e liberdade. Estando exatamente entre a série de (1) a (9) , podendo "olhar para os dois lados". 
É um número altamente cabalístico, sendo relacionado diretamente a estrela de 5 pontas, simbolizando o homem. O pentagrama é a forma mais simples de estrela, sendo traçada com uma linha única (laço infinito), o qual já foi utilizado como proteção e amuleto pessoal.
Ainda, o 5 pode representar o nascimento, infância, maturidade, velhice e morte.

Representação dos quatro elementos e o espírito

Número 6


Sob o aspecto bíblico é o número imperfeito, anterior a perfeição (7).
Ainda resulta da multiplicação de (2) por (3), representando respectivamente a atividade do príncipio criador concreta com a criação.

Número 7


Segundo fontes bíblicas é a soma de 4+3. Por isso é o número perfeiro, indica o máximo da perfeição (Nm 23,4 e Mt 15,36). A totalidade (Ap 1,4), onde no Apocalipse indica-se 7 cartas (Ap 2-3), 7 selos (Ap 6,1-17), 7 cabeças (Ap 12,3), o cordeiro imolado recebe 7 dons (Ap 5,12). Ainda, o sábado é o sétimo dia, Deus criou em 7 dias, Pentecostes 7 dias após a Pascoa. A cada 7 anos é sabático (Lv 25) e 7 vezes 7 anos éo Jubileu. Não se deve perdoar 7 vezes, mas 70 vezes 7 (Mt 18,22). Existem muitas referências bíblicas no que tange o número 7.
Representa ainda a ligação do mundo sensível ao divino. Pode-se relacionar também a diversas ligações como as sete notas musicais, os sete planetas entre outros.

Lenhador abrindo o livro com os 7 selos

Número 8


Bíblicamente falando representa o transbordar da plenitude. As bem-aventuranças em Mateus são em sete mais uma (Mt 5).
Ainda representa o primeiro cubo (2³). Pitagoras considerava o 8 a essência do amor, da prudência e da lei.

Número 9


Para os pitagóricos simbolizava a matéria, a criação ao quadrado (3²).
O homem em aperfeiçoamento, sempre em evolução do seu caráter.

Número 10


Biblicamente indica grande quantidade (Gn 31,7), também um tempo limitado ou curta duração (Dn 1,12 e Ap 2,10) e podendo ser imperfeição: a besta só tem 10 chifres (Ap 12,3).

Número 12


A bíblia nos dá o resultado de 4 vezes 3, isto é um número bem completo. É o número da escolha, sendo 12 tribos, 12 apóstolos, 12 legiões de anjos (Mt 26,53). Os anciãos são 24, isto é: 2 X 12 (Ap 4,4). Os que serão salvos (Ap 7,4) serão 144.000, isto é 12 X 12 X 1000. Número de totalidade (Ap 21,12-14).
Representação dos doze apóstolos

Número 40


Número que indica um tempo necessário de preparação para algo novo que vai chegar: 40 dias e quarenta noites do dilúvio (Gn 7,4), 40 dias e 40 noites passa Moisés no Monte (Ex 24,18; 34,26; Dt 9,9-11; 10,10), 40 anos foi o tempo da peregrinação pelo deserto (Nm 14,33; 32,13; Dt 8,2; 29,4). Jesus jejuou 40 dias antes de começar o seu ministério (Mt 4,2; Mc 1,12; Lc 4,2), a ascensão de Jesus acontece 40 dias depois da ressurreição (Act 1,3). Quando alguém errava, era corrigido com 40 chicotadas (Dt 25,3) e Paulo também recebeu cinco vezes as 40 chicotadas menos uma (2Cor 11,24).

Número 70


Jogo de números 10 X 7. Moisés comunica o espírito profético aos 70 anciãos (Nm 11,16-17.24-25). O exílio na Babilónia é interpretado como a duração de 70 anos (Jr 25,11; 29,10; 27,7; 2Cr 36,21; Dn 9). A tradução da Bíblia hebraica para o grego foi feita por 70 escribas e por isso recebeu o nome de LXX ou Septuaginta.

Fragmento da Septuaginta

Número 1000


Uma quantidade tão grande que não se pode contar. Prazo de tempo completo e comprido. Reino de mil anos (Ap 20,2). Ver as combinações: 7 X 1000 (Ap 11,13), 12 X 1000 (Ap 7,5-8), 144 X 1000 (Ap 7,4). É interessante também notar como os hebreus faziam combinações de números. Por exemplo, Abraão fez a aliança com Deus quando tinha 99 anos (Gn 17,24), assim a aliança completou o número 100. É o sábado que dá valor aos demais dias da semana, assim transforma os 6 dias (imperfeitos) em 7 dias (perfeito). O único dia da semana que tem um nome. Outro exemplo, os seis povos habitavam a Terra Prometida (Ex 3,8), mas imperfeitos, Israel o sétimo povo, aquele que tornará a terra perfeita. Existem outras referências, como exemplo na elaboração de alguns provérbios (Pr 6,16-19; 30,15-33).



ASS.: O Eterno Aprendiz

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Ritos maçonicos

Rito Adonhiramita 


Em 1758, o Barão de Tschoudy, com a experiência adquirida no Capítulo dos Cavaleiros do Oriente, para o qual escrevera os Rituais de Iniciação e Catecismos de Instrução, preparou-se para empreender sua obra maior. Baseando-se na tradição e na excepcional cultura que acumulara forneceu o material para a compilação de Recueil Précieux de La Maçonnerie Adonhiramite (Compilação Preciosa da Maçonaria Adonhiramita), cuja conseqüência foi o florescimento de inúmeras Lojas, na Europa e no Oriente próximo, chegando o Rito Adonhiramita a ser o mais difundido de todos. 

É um Rito histórico, característico e essencialmente metafísico, esotérico e místico, tornando-se exotérico quando exerce o magistério de sua liturgia. Tem por bases teológicas as verdades bíblicas reveladas no Antigo e Novo Testamento, particularmente, no que concerne a construção do Templo de Salomão e às origens do Cristianismo com relação ao período das Cruzadas. É derivado diretamente do Rito de Heredom, e abrangia, até 1873, 12 graus: sendo 3 simbólicos e 9 filosóficos, coroados com o de Cavaleiro Noaquita. Em 2 de junho de 1973, o Rito passou a compor-se de 33 graus e sua Oficina-Chefe denominou-se Excelso Conselho da Maçonaria Adonhiramita. Seus graus estão assim divididos:
  • Loja azul: aprendiz, companheiro e mestre;
  • 4º grau: Mestre perfeito;
  • 5º grau: Primeiro eleito ou Eleito dos nove;
  • 6º grau: Segundo eleito ou Eleito de Perignam;
  • 7º grau: Terceiro eleito ou Eleito dos quinze;
  • 8º grau: Aprendiz escocês ou Pequeno arquiteto;
  • 9º grau: Companheiro escocês ou Grande arquiteto;
  • 10º grau: Mestre escocês;
  • 11º grau: Cavaleiro da espada ou Cavaleiro do Ocidente ou Cavaleiro da águia;
  • 12º grau: Cavaleiro Rosa+Cruz.
Brasão do Excelso Conselho da Maçonaria Adonhiramita

 

Rito Schroeder

 

Foi criado por Friedrich Ludwig Schroeder (1744-1816). Schroeder foi um ator e dramaturgo alemão, diretor do teatro municipal de Hamburgo. Foi grão mestre da Grande Loja de Hamburgo. Como um reformador da maçonaria moderna, ele era a favor de um retorno às fontes mais autênticas e passou quase 20 anos na finalização do rito que leva seu nome. Possui apenas os graus da loja azul.

Era avesso ao aspecto da cavalaria que carateriza a simbologia da maior parte dos alto graus, ele reformou as cerimônias de sua obediencia no sentido de maior simplicidade, revivendo o uso do rito inglês antigo  e levando em consideração os três primeiros graus simbólicos. Foi aprovada em 1811 pela Grande Loja de Hamburgo. O sistema de Schroeder foi o mais democrático de todos os ritos praticados na Alemanha antes da Segunda Guerra Mundial.

Na atualidade é praticado pela Grande Loja dos Maçons Antigos Livres e Aceitos da Alemanha, a Grande Loja da Áustria, Grande Loja da Hungria e algumas lojas da Grande Loja Suíca Alpina. Além disso é muito praticado no Brasil.
Friedrich Ludwig Schroeder

Rito Suéco


O rito suéco (Svenska Frimurare Orden) é praticado principalmente nos países nórdicos (Dinamarca, Filandia, Islandia, Noruega e Suécia). A pratica deste rito exige do maçom que ele se declare cristão. A história de sua criação é extensa devido a implementação da Estrita Observancia da maçonaria da Europa do norte. Foi fundada sobre uma base cristã e templária instalada na Suécia em 1759 por Carl Friedrich Eckleff (1723-1786).

A maçonaria na Suécia foi introduzida por conta de Wrede-Spare, oficial de cavalaria que recebeu em Paris sua iniciação, elevação e exaltação. A primeira reunião é datada em 17 de março de 1735, mas por decreto do rei Frederich I da Suécia, a maçonaria foi interditada em 21 de outubro de 1738, mas anulado alguns meses mais tarde.

O rito suéco afirma-se como fundamentalmente cristão, e impregnado de rosacrucianismo, de cabala e teosofia (lembra alguns aspectos da doutrina de Swedenborg). Esta organizado em dez graus divididos em três classes:
  1. Graus de São João: aprendiz, companheiro e mestre;
  2. Graus de Santo André da Escócia: aprendiz, companheiro e mestre de Santo André;
  3. Graud do Capítulo: superior irmão ilustre (ou cavaleiro do oriente), todo poderoso irmão ilustre (ou cavaleiro do ocidente), irmão iluminado e superior irmão iluminado.
Ainda possui outros dois graus administrativos:
  • Todo poderoso irmão iluminado;
  • Cavaleiro comendador da Cruz Vermelha.
Loja Svenska Frimurare Orden

Rito Moderno

 

Com a Grande Loja dos Modernos em Londres, foi traduzido o ritual para utilização das primeiras lojas azuis na França em 1782. Deste modo ficou conhecido tanto como rito Moderno como rito Francês. Além da tradicional loja azul, este rito possue o conjunto de graus filosóficos denominados Ordens de sabedoria:
  • 4º grau: Eleito secreto;
  • 5º grau: Eleito escocês;
  • 6º grau: Cavaleiro da espada ou Cavaleiro do oriente ;
  • 7º grau: Cavaleiro Rosa-Cruz;
  • 8º grau: Cavaleiro Kadosh filosófico ou Cavaleiro da águia branca e preta;
  • 9º grau: Cavaleiro da sapiência ou Grande inspetor.
Dentro do Grande Oriente da França, este rito é o considerado como o mais "laico". De fato mais fiel que o da Grande Loja de Londre, fundador da maçonaria especulativa. Perpetuando alguns fundamentos, disposição das colunas J e B, disposição dos candelabros, a bateria em dois golpes curtos e um longo, entrada com o pé direito, dentre todas as coisas que a Grande Loja dos "Antigos" alteraram.

Rito Escocês Retificado

 

De essencia cristã, foi fundado em Lyon, França, em 1778. Foi principalmente elaborado por Jean-Baptiste Willermoz (1730-1824). Este famoso maçom reformou o ramo francês da Estrita Observancia Templária para o convento de Gaules, incorporando elementos da ordem dos eleitos Cohen e renunciando a herança templária. Inspirou-se em diferentes sistemas iniciáticos existentes na época:
  • Ordem dos Cavaleiros Maçon Eleitos Cohen do Universo (Ordre des Chevaliers Maçons Élus Coëns de l'Univers) de Martines de Pasqually;
  • Estrita Observancia Templária, inicialmente estabelecida na Alemanha em meados do século 18;
  • Escocismo maçonico, os diversos altos graus maçonicos cuja organização ainda não formalizada;
  • Maçonaria azul de três graus, o qual praticado pelo Grande Oriente da França na época e que tornou-se o atual Rito Françes.
Os graus estão organizados da seguinte forma:
  • Período probatório: aprendiz, companheiro, mestre e mestre escocês;
  • Ordem interior: escudeiro novato e cavaleiro benfeitor da cidade Santa;
  • Classe secreta (colégio metropolitano): professo e grande professo.
Brasão do RER

 

Ritual de Emulação


É importante, principalmente no Brasil, não confundir-se o ritual de Emulação com o rito de York. Onde suas diferenças são sutis mas de profunda relevancia. O ritual de Emulação é mais comum no Inglaterra, onde existem as lojas de instrução, que mantem o modelo do ritual sem que se perca qualquer detalhe. Ainda assim existem diversas lojas de intrução, que apesar de possuirem rituais muito similares, tem-se suas diferenças seja em algumas palavras ou desenvolvimento do ritual, dentre elas: Stanford, Bristol, Stability e Taylor.

Em linhas gerais podemos dizer que diferente do rito de York, o ritual de emulação busca mais objetividade, seja no tempo de desenvolvimento da oficina, nos procedimentos ou adereços. Enfim, é de suma importancia os sinais e desenvolvimentos do ritual, uma vez que devem ser realizadas de cor.

Rito de York


Fundado no ano de 1799 por Thomas Smith Webb (1771-1819). O rito de York é o mais praticado nos Estados Unidos, e encontrado minoritariamente na França. O seu desenvolvimento coincide com a expansão da Grande Loja dos Antigos no inicio do século 18.
Sua conhecida origem é da Escócia, sendo os maçons irlandeses quem contribuiram para exportar para América do Norte durante o século 18 e inicio do século 19.

As diferenças ritualisticas entre os antigos e os modernos estão restritos as inversões das palavras sagradas, disposições das luzes, o conteudo simbólico dos graus de companheiro e de mestre.

O rito de York é particularmente desenvolvido nos Estados Unidos onde suas lojas interditam toda discussão de assuntos políticos, religioso ou de tudo controverso que não tenha como objetivo a evolução dos seus membros. Também não é incomum nos Estados Unidos o rito de York ser praticado em conjunto com o REAA. Seus graus estão agrupados em 5 categorias:
  1. Lojas azuis: aprendiz, companheiro e mestre;
  2. Capitulos (Real Arco): Mestre de marca, Past Master (virtual), Mui Excelente Mestre e Maçom do Real Arco; Os rituais do Real Arco foram escritos em 1797 em Boston, partindo do simbolismo sobre a Arca da Aliança no Templo de Salomão.
  3. Conselho Críptico: Mestre Real, Mestre Eleito e Super Excelente Mestre; Estes são notavelmente mais modernos, estima-se que foram escritos no início do século 19. Por sua vez sua referencia mitologica é sobre as criptas do Templo de Salomão.
  4. Comanderia Templária: ordem da cruz vermelha, ordem de malta e ordem do templo. Com uma visão mais cristã, diferente do conselho e dos capítulos passa-se para as ordens templárias.
  5. Benfeitores (Shriners): Antiga Ordem Árabe dos Nobres do Santuário Místico, acessível aos mestres maçons, seu desenvolvimento é a caridade, principalmente a crianças.
Graus paralelos: vários outros graus maçonicos não integrados aos principais sistemas ou categorias listadas acima não são agregadas a maçonaria oficial nos Estados Unidos, assim como em países regidos pelas antigas constituições inglesas. Podemos citar algumas:
  • Ordem da Cruz Vermelha de Constantino;
  • Ordem dos Cavaleiros Maçons;
E as ordens que incluem mulheres:
  • Damas Orientais do Santuário da América do Norte;
  • Filhas do Nilo;
  • Ordem da Estrela do Oriente.
O rito de York é baseado na Bíblia, especialmente no Antigo Testamento. O sinal de ordem por vezes é precedido pela frase "Deus guarda". Sendo ainda menos formal que o ritual de Emulação, de qualquer modo as praticas são aprendidas de cor e podem variar de um lugar para outro.

Pretendemos extender os assuntos quanto aos ritos, aprofundando mais em casa um.

Brasão do rito de York




ASS.: O Eterno Aprendiz



sábado, 25 de agosto de 2012

Obras que valem a leitura

Para complementar os estudos daqueles que se interessam não só pelo desenvolvimento místico e esotérico, mas pela história e os tramas que acabam se relacionando com as sociedades secretas e discretas de todas as épocas, seguem algumas dicas de leitura.

Em ordem decrescente os últimos livros que li desde janeiro:
  • Os 33 Graus do Rito Escocês Antigo e Aceito - por Mário Leal Bacelar  (Editora Mandarino)
  • O Caibalion: estudo da filosofia hermética do antigo Egito e da Grécia - por Três Iniciados (Editora Pensamento)
  • 1822 - por Laurentino Gomes (Editora Nova Fronteira)
  • 1808 - por Laurentino Gomes (Editora Planeta)
  • Aleister Crowley: e a prática do diário mágico - por James Wasserman (Editora Madras)
  • A Chave de Hiram - por Christopher Knight e Robert Lomas (Editora Landmark)
  • O Livro Negro do Cristianismo - por Laura Malucelli, Jacopo Fo e Sergio Tomat (Editora Ediouro)
  • O Livro Negro do Comunismo - por Stéphane Courtois (Editora Bertrand)

Tenho em meu planejamento os seguintes títulos até o final do ano:

Um bom proveito...

ASS.: O Eterno Aprendiz